Eu estou farto de Fast-Food. Quero Fat-Food

O diarreias mentais tem visão empresarial. A sério. As nossas mãezinhas fartam-se de nos dizer “não serves para nada”. E toda a gente sabe que qualquer Administrador também pouco sabe fazer.

Se pensavam que somos só uns gajos que cagam bitaites, impropérios e passam uma noite a debater a maravilha que é o papel higiénico perfumado e outras variantes de merda para algo tão simples como limpar a bufa, até estão certos. Mas queremos o benefício da dúvida…olha, por falar em papel higiénico, o que eu gostava era de rolos de papel higiénico temático. De manhã limpava os entrefolhos à cara das personagens da Disney, à noite deleitava-me a fazer pinturas castanhas na cara de políticos portugueses famosos.

Voltando à peida fria. O fat-food. Donde surge este conceito?

1. A malta curte é carne vermelha, molhangas e batatas a pontapé. Temos os putos mais gordos da Europa e isso atesta esta tendência. E nem me venham com mariquices de saladas, frutas e afins, porque os gordos são felizes. E não estou a falar em potes de banha obesa (esses sofrem da pressão e descriminação social que se instaurou nas últimas décadas, graças a mariquices como a moda) mas sim, dos gordinhos.

Há que haver um equilíbrio. Comer bem não passa só por comer coisas boas para o corpo mas más para a cabeça. E não me lixem…se por qualquer motivo o meu almoço é salada, a minha cabeça passa o resto do dia a jogar flippers com uma bola quadrada.

2. Estamos fartos do fast-food. Não é nacional, engorda na mesma, e é o oposto duma boa refeição demorada e saboreada, com a achega de dois dedos de conversa e um bom vinho. Já alguém ouviu falar de alguém que um dia teve uma boa conversa no Mac? Uma conversa interessante no McDonalds e afins é tão rara quanto um gajo que lave a cabeça da gaita depois de jogar ao Tiro ao Alvo nas bolas de naftalina de um qualquer urinol público. Bottom-line. As vantagens de ir a um Fast-Food ficam-se pelo preço e a conveniência.

Temos então o conceito Fat-Food. Um espaço de degustação do melhor da gastronomia portuguesa, em menus e combinações pré-definidas, assumidamente calóricas. Preço, Conveniência…e ainda SABOR E PORTUGALIDADE. Como? Dos queijos aos enchidos. Do torresmo à azeitona. Da sandes de coirato ao cozido. Do bacalhau à sardinha. Do caldo verde ao gaspacho. 130 tipos de pão diferentes. Azeites de todos o país. E nas bebidas? Fora os refrigerantes internacionais. Sumos de fruta portuguesa, vinhos e cervejas nacionais. E claro que não poderia faltar o menu infantil. Suminho de Fruta à escolha, Bifaninha em pão saloio, e guardanapos com jogos didácticos para uma refeição divertida. Até a porra das típicas colecções de brindes. Galos de Barcelos com diversos padrões criados por designers nacionais. Figurinhas de jogadores de futebol dos clubes nacionais de futebol. Livros infantis de autores nacionais.

Pronto, se calhar não era boa ideia. Vamos então falar de papel higiénico…

Portugal Top

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5 comentários a “Eu estou farto de Fast-Food. Quero Fat-Food

  1. Eu aqui a querer falar sobre sexo amador, ou seja, aquilo que realmente nos faz crescer (ups…acho que nao deveria ter dito isto neste contexto)…e tu…teddyBUÇO..com ideias que podem efectivamente resultar! As minhas desculpas caros Diarreicos e Diarreicas…o Teddy não sabe o que diz!

  2. piqueno. Cada um fala do que pode. Falas de sexo amador e ninguém estranha que o faças. Pelo menos, quem te conheça a ti ou a qualquer uma das tuas ex-parceiras(os).

    Mas sim. não sei o que digo. Nem sei o que como nem muito menos o que cago.

    Cúmprimentos Cúrdiais,

    T.

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